In Time to Say

Posted on janeiro 14, 2014

1 | 2 | 3 | 4 – personal archive | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 – personal archive | 10 | 11 – personal archive | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 – personal archive | 20 | 21 | 22 | 23 | 24

 
[POR] Obrigada, muito obrigada a todos por cada palavra, cada sentimento, cada “like”. Obrigada pela amizade. Obrigada por se lembrarem de mim, mesmo quando eu esqueço que tenho um blog. Já demonstrei diversas vezes que assiduidade não é o meu forte, mas quero que saibam que meu sentimento é constante e verdadeiro.
[ING] Thank you all for every word, every feeling, every “like”. Thanks for the friendship. Thanks for remembering me, even when I forget that I have a blog. I have shown many times that I am not diligent with my posts, but I want you to know that my feeling is constant and truthful.

Inté, Cri.

Anúncios

Antes dos 15 Minutos

Posted on novembro 28, 2013

Com o desfile programado para acontecer no dia 8 de novembro, Liliane, Susana, Lucas e tantos outros profissionais se uniram através de um laço emocional para resgatar no passado experiências que só reconhecemos seu devido valor depois que os anos passam. O desafio foi tentar mesclar isso com o que é hodierno, com a realidade atual… Uma realidade cosmopolita. A mulher que interage no mundo presente não deve nunca esquecer de viajar pelo seu passado na fazenda, voltar no tempo em que frequentava a escola. Eis a mensagem.E da inspiração deve vir a criação…

       Os convites chegaram. Sim, de fato fui convidada para o Fashion Rio! Um suspiro anestesiante de alívio por tê-los conseguido precede a “preocupação” com o que eu vou vestir. Apesar de ser claro para algumas pessoas, eu mesma não sei definir bem o meu estilo, até mesmo porque sei que o que eu penso e gosto hoje pode não corresponder ao que pensarei e gostarei amanhã, mas uma coisa é clara: sou uma amante da nostalgia.

… Entre propostas, rabiscos, croquis, mais ideias, mudanças, reparos, estilo e etc, o preppy, a alfaiataria e uma pitada de sportwear foram materializando a inspiração e ganhando forma através do tricô. Sim, com o tricô como base da marca,  a Coven mostra a riqueza daquilo que a minha falecida avó, lá no interior de Minas Gerais, tentou passar para suas netinhas assim como muitas outras avós. Apesar do trabalho não ser mais 100% manual, a inclusão de tecnologias para o atendimento em larga escala possibilita diversas técnicas. E elas foram usadas…

Amo meu vestido branco com duas fendas laterais, ele é tão minimalista e elegante. Mas foi o dourado da minha saia de pregas que reluziu em meus olhos. Um autêntico vintage de Walter Albini, portanto uma relíquia para mim. Para combinar, pensei na sandália de tiras, entre elas uma tira trançada e dourada, e uma pequena bolsa de mão que alterna suas cores entre o caramelo e… o dourado! Apesar da minha mente ter gritado para tomar cuidado com o brilho, eu a ignorei e adicionei minha recente aquisição: um blusa de lã acrílica com detalhes metálicos (estou tentando manter a coesão do texto e não repetir muito a palavra ‘dourado’, mas tenham em mente que o detalhe metálico que me refiro é ‘dourado’. Pronto, já falei ‘dourado’ duas vezes… três vezes!), que me custou apenas quarenta reais! Por cima, um jaqueta-não-tão-barata-assim-de-couro que acredito até hoje ser marrom avermelhado. Como toque especial o meu colar com motivos tribais.

… Surgiram listras de tamanhos diferenciados, risca de giz, xadrez, pesponto de cor diferente, aplicações brilhosas, que literalmente serviram de pano para golas rolê, saias de pregas a saias lápis, tubinhos, terninhos, casacos, jaqueta bomber, colete, barras desfiadas. Como cores principais: o azul-marinho, o cinza mescla, o nude, o vermelho e o amarelo. Como elemento que surpresa: o tricô trabalhado de tal modo que aparentasse jeans estonado e pele de vaca. Coleção de inverno 2014 pronta…

       – “Quem vai comigo?” – pensei. Não supus que seria difícil encontrar companhia para ir a uma semana de moda, mas foi neste momento que me dei conta de que eu era uma advogada. E como tal, seria difícil sim ter amigos íntimos que dispusessem de tempo ou pertencessem aquele universo fashion. Todavia, eis que surge um acalento: alguém me disse sim!

… A fazenda pode ser identificada na estampa de pele de vaca, nas sandálias rasteiras; o passado colegial veio através do estilo preppy, nos emblemas; e a mulher cosmopolitana representada na alfaiataria, no sportwear, nos lenços. Sim, tudo pronto. Então, foi o momento de entrar em ação a equipe selecionada para cuidar do styling, da beleza, da direção de desfile e da trilha, além dos modelos e outros profissionais que trabalharam tanto quanto ou até mais nas cenas atrás dos holofotes. Araras e mais araras de roupas chegaram na sala 2 – no Pier Mauá, onde terminavam de preparar uma esguia passarela listrada em preto, azul e branco. Enquanto isso, as modelos foram sendo maquiadas, vestidas e…

Voltei do salão com as unhas vermelhas, um vermelho mais alaranjado que me é muito familiar, uma cor amiga para me acompanhar. Entre os preparos de última hora, eis que o ‘sim’ acalentador se transforma em um ‘não vou poder mais ir contigo’. Uma pena ter um convite sobrando, mas… No caminho para o Fashion Rio, encontro uma pessoa bem estilosa. Ele passa por mim e como num clique, nos olhamos e dissemos um ao outro quase que simultaneamente: “Fashion Rio?” E foi assim que ganhei uma nova companhia e um novo amigo, cuja mãe é advogada e se chama… CRISTIANE! Seria uma coincidência? Como foi inusitado encontrá-lo assim! E através dele encontrei o Diego, que me convidou para ser colaboradora em seu site Acho Fashion. Mas isso é outra história, o desfile vai começar.


[ENGLISH] With the fashion show scheduled to take place on November 8, Liliane, Susana and Lucas tried to recover the past experiences, that we only know the value after the years go by, to merge it with the current reality… A cosmopolitan reality. The woman who interacts in this world shouldn’t forget her past on the farm, in the days when attending school. This is the message. And from the inspiration must come the creation…

The invitations arrived. Yes, in fact I was invited to the Fashion Rio! A numbing sigh of relief to have achieved them precedes the “concern” with what I’ll wear. Although it is clear to some people, I can’t define my style as well, even because I know what I like and I think today may not match with what I will like and think tomorrow, but one thing is clear: I’m a nostalgia lover.

… Among doodles, sketches, more ideas, changes, repairs and etc., the preppy style, the tailoring and a hint of sportwear were materializing the inspiration and taking shape through the knitting. Yes, with the knitting as a foundation of the brand, Coven shows the richness of what my late grandmother, there in Minas Gerais, tried to teach to her granddaughters, as well as many other grandparents. Although the work is not over 100% handmade, the inclusion of technologies to meet large-scale allows several techniques. And such techniques were used…

I love my white dress with slits on the sides, it is so minimalist and elegant. But it was my golden pleated skirt that glittered in my eyes. An authentic vintage Walter Albini, therefore a relic to me. To pair with, I thought the strappy sandal with a braided golden strap and a small handbag that toggles between the caramel color and… the gold! Despite my mind have yelled to beware the shine, I ignored it and added my recent purchase: an acrylic woolen blouse with metallic accents (I’m trying to keep the cohesion of the text and don’t repeat the word golden, but take in mind that the metallic detail which I refer is golden. Okay, I said golden twice… three times!), wich costed me just $ 17.00! Over a not that cheap jacket. And as a special touch my necklace with tribal motifs.

… Stripes of different sizes, pinstripe, plaid, backstitch with different color, bejeweled details served as cloth to turtleneck pullovers, pleated and pencil skirts, tube dresses, suits, bomber jacket, vest, shredded hems. As main colors: navy blue, gray, nude, red and yellow. As a surprise element: the use of techniques that transformed the knitting in acid jeans and cowhide. Collection Winter 2014 ready…

       – “Who’s with me?” – I thought. I didn’t assume that it would be difficult to find company to go to a fashion week, but it was in that moment that I realized that I was… a lawyer! And as such, it would be rather difficult to have close friends who would have time or would belong to the fashion universe. However, here came a consolation: somebody accepted my invitation!

… The farm can be identified in the cowhide print and the flat sandals, the past as student came through the preppy style and the cosmopolitan woman can be identified in the tailoring, in the sportwear, in the scarfs. Yes, all ready. Then it was time to action to the team selected to care for the styling, the beauty, the direction of the fashion show and the soundstyling, beyond the models and the other professionals who work as much or even more behind the scenes. More and more clothes rack arrived in the room 2 – at Pier Maua, where they finished preparing a black, blue and white striped catwalk. Meanwhile, the models were being prepaired and…

I returned from the hairdresser. Among the last-minute preparations, behold the “yes” turns into a “I can’t fo with you anymore”. A shame to have an invite lefting, but… On the way to the Fashion Rio, I found a stylish person. He passed me and as a click, we looked to each other and asked almost simultaneously: “Fashion Rio?” And so it was that I gained a new company and a new friend, whose mother is a lawyer and is called… CRISTIANE! Would it be a coincidence? How unusual to find him so! And through him I met Diego, who invited me to be a colaborator in his site Acho Fashion. But that is another story, the fashion show will begin.

       … E tudo passa tão rápido.

… And all goes by so fast.

Images from FFW

Inté,
Cri.

Malick Sidibé por Tufi Duek: Entendendo a Fonte de Inspiração

Posted on outubro 29, 2013

A arte influencia a moda. A filosofia influencia a moda. A política, a cultura, as pessoas influenciam a moda. São muitas as áreas que se convergem com a moda para produção de novas coleções. A fotografia, mais do que um mero resultado da moda, também gera inspiração. Foi o que nós brasileiros vimos ontem no início da semana de moda em São Paulo. Vimos o vermelho, o preto, o cru, o verde, o marrom e o amarelo colorindo os tecidos e as texturas.

No início, com aquele vestido de alças feito com franjas de ráfia de seda no corpo de Isabelli Fontana, tivemos a sensação de que não poderia ser um desfile ordinário. Não no desfile de Tufi Duek. Não com as tais franjas tirando a mesmice de uma blusa com gola rolê e de um top.

Apesar de a inspiração vir das fotos de Malick Sidibé, a África estava oculta. Não se ouvia batuques no soundstyling, não se via modelos negras. Mas se via a beleza das sandálias gladiadoras; da lã trançada em vestidos, em saias godês e em ponchos bicolores que, presos por cintos largos, viraram elegantíssimas frentes únicas, ora acompanhada por uma bota 7/8, ora acompanhada por uma calça de boca larga (ou seria pata de elefante?).

Vimos vestidos tubo (e não só) ganharem (questionável) e perderem (sem questões) comprimento. Eis o primeiro vestido de paetês. Entre tecido jacquard texturizado, couro trabalhado, grafismos e estampa de oncinha que dividia o espaço do tecido com bordado colorido, eis que aparece o segundo vestido de paetês.

E o desfile não perdeu o ânimo e continuou cativando, desde o terno com o longo paletó, os ombros à mostra, decotes com cortes diferentes até a aparição de Eduardo Pombal, o estilista da marca, ao final. Foi um desfile rico, fino, elegante. Mas fiquei com a dúvida sobre onde estava Sidibé ali. Em entrevista ao AFF, Eduardo Pombal disse que:

A coleção veio da vontade de fazer algo mais primitivo, mais tribal, que veio desde o final da estação, há um semestre. Não é uma coleção sobre a África ou sobre algum país específico, é um apanhado geral de imagens que eu fui colhendo. Busquei traduzir tais referências de maneira urbana, menos literal; trabalhei bastante com as imagens de um fotógrafo africano do final dos anos 1950/início dos anos 1960, Malick Sidibé, que retratava os jovens e festas locais.

Mas quem é Malick Sidibé? Ele é um fotógrafo maliano que já nos anos 1960 e 1970 cuidava do street style, como forma de documentar, através de suas fotos em preto e branco, os hábitos da juventude local.

The time has come. You are going to school. To the white school.

E foi assim que, nos anos 1940, seu pai o enviou para a escola. Filho de uma decoradora de cabanas africanas, Sadibé era um camponês, que nasceu numa pequena aldeia em Saloba e não tinha contato com o mundo externo, com a arte, mas sabia desenhar. Com o passar do tempo, ganhou notoriedade na escola em que estudava e o diretor o indicou para a escola de artesãos sudaneses. Foi lá que o estudante de design de joias foi contratado pelo fotógrafo francês Gérard Guillat para decorar seu estúdio, de onde Sidibé não saiu mais.

He didn’t teach me how to take photographs. But I watched him and I understood how to take photographs.

Em 1956, comprou uma câmera e aprendeu sozinho como tirar as fotos. Desde então passou a cobrir os eventos africanos: eventos esportivos, idas a praia, casamento de alguém, batismo de alguém. Onde houvesse uma dança, lá estava Sidibé. Como uma geração que estava começando a se libertar do seu passado colonial, os jovens malianos foram remixar códigos tradicionais da África Ocidental com o modo de se vestir parisiense e levar para a noite.

Dois anos depois, ele abriu seu próprio estúdio de fotografia: o Studio Malick. A partir de então, Malick Sidibé também se voltou para os retratos de estúdio. Foi usando os seus conhecimentos em desenho e uma série de adereços e acessórios (transistores, flores, bolsas, pastas e até uma moto), que ele foi capaz de posicionar as pessoas de modo que elas aparentassem certo movimento, podiam fazer de conta que estavam andando de moto ou correndo ou arremessando algo.

O fato é que as fotos de Sidibé, além da realidade do ambiente, denotam a dificuldade em se adaptar a vida na cidade, o desemprego, o uso do álcool, o irresistível desejo de ser como os jovens brancos, mostrando uma cumplicidade entre o fotógrafo e o fotografado.

Eis a representatividade da alta sociedade no desfile de Tufi Duek.


Para mais informações, aqui está a entrevista com Malick Sidibé.
Tufi Duek Fashion Show AI 2014, aqui.
Maliki Sidibé’s work, aqui.
 

[ENGLISH] The art influences the fashion. The philosophy influences the fashion. Politics, culture, people influence the fashion. There are many areas that converge with fashion to generate new collections. The photograph, more than a mere result of the fashion, also is an inspiration. It was what we, brazilians, saw yesterday in the first day of São Paulo Fashion Week. We saw the red, the black, the raw, the green, the brown and the yellow coloring the fabrics and textures.

At the beginning, with a straps dress made ​​with raffia fringes worn by Isabelli Fontana, we had the feeling that wouldn’t be an ordinary fashion show. Not in the Tufi Duek fashion show. Not with such fringes taking the sameness off of a top and of a turtleneck sweater.

Although the inspiration comes from Malick Sidibé’s photography, the Africa that we know was hidden. We couldn’t hear the drumming in the soundstyling, we couldn’t see black models. But we could see the beauty of the gladiator sandals; the braided wool in the dresses, flared skirts and bicolor ponchos, tied in wide belts, that turned in a halterneck, sometime paired with a boot 7/8, sometime paired with an elephant’s foot pants.

We saw tube dresses (and not only) gain a questionable length and lose (no questions) length. And then came the first sequined dress. Among textured jacquard, leather, graphic pattern, leopard print dividing the fabric with a colorful embroidery, came the second sequined dress.

And the show didn’t lose the mood and continued captivating, from the suit with long coat, the bared shoulders, the necklines with different cuts until the appearance of Eduardo Pombal, the designer brand, at the end. It was a rich and elegant fashion show. But I got the doubt where there was the Sidibé’s influence.

In an interview to AFF, Eduardo Pombal said that the collection came from the desire to do something more primitive, more tribal, not a collection about Africa or about some specific country, but an overview of the images taken by the african photographer Malick Sidibé in the late 1950s / early 1960s. His intention was to translate these references in an urban way, less literal.

But who is Malick Sidibé? He is a Malian photographer who in the 1960s and 1970s tended to the street style as a way of documenting, through his black and white photos, the habits of the local youth.

The time has come. You are going to school. To the white school.

And so, in 1940, his father sent him to school. His mother was an African huts decorator. Sadibé was a peasant, who was born in a small village in Saloba and had no contact with the outside world or with art, but he could draw. Over time, he gained notoriety in the school and the main appointed him to the School of Sudanese Craftsmen. It was there that the student of jewelry design was hired by the French photographer Gérard Guillat to decorate his studio, where Sidibé has remained.

He didn’t teach me how to take photographs. But I watched him and I understood how to take photographs.

In 1956, he bought his first amateur camera and taught himself how to take photographs. Since then, he covered the African events: sporting events, the beach, someone’s wedding, someone’s christening. Where there was a dance, there was Sidibé. As a generation that was beginning to break free of its colonial past, young Malians were remixing traditional West African and Parisian dress codes and taking them into the night.

Two years later, he opened his own photography studio: Studio Malick. Since then, Malick Sidibé also turned to the studio portraits. It was using his expertise in drawing and a number of props and accessories (transistors, flowers, handbags, briefcases, and even a motorcycle), he was able to position people so that they looked to be moving, they could pretend they were riding a motorcycle or running or throwing something.

The fact is that the Sidibé’s photos, beyond the reality of the environment, show the difficulty in adapting to life in the city, the unemployment, the alcohol, the irresistible desire to be like young whites. It is a kind of complicity between the photographer and photographed.

So here is the representation of the high society in the Tufi Duek fashion show.


For further information, here is the interview with Malick Sidibé.
Tufi Duek Fashion Show AI 2014, here.
Maliki Sidibé’s work, here.
 

Inté,
Cris.

A Sort of Personal Enlightenment: Vintage Magazine, Fashion Global, Awards & Customer Stories

Posted on outubro 18, 2013


[ING] I don’t understand why Facebook doesn’t allow me to read my messages, but I wont. Not this time. While I think if I can break my fast with outfits post or if there is a blog as cool as this or if artistic nudity still shocks someone (don’t ask me why I think of it), it rains outside. Friday… And the rain makes its noises outside. Well, everything in here will be silent with the movie Camille (1921). I confess I am curious to see the work of Rudolph Valentino. Or simply see him. But first, let me share with you some events:


[POR] Não entendo porque o Facebook não me permite ler as minhas mensagens, mas também não vou insistir. Não desta vez. Enquanto eu penso se vou conseguir quebrar o meu jejum de posts com outfits ou se existe um blog tão legal quanto este ou se nudez ainda choca (não me perguntem o motivo de eu pensar nisto), chove lá fora. Sexta-feira… E a chuva faz seus barulhos lá fora. Pois bem, aqui dentro ficará tudo mudo com o filme Camille (1921). Confesso que estou curiosa para ver a atuação de Rodolfo Valentino. Ou simplesmente vê-lo. Mas antes, deixe-me compartilhar alguns acontecimentos com vocês:

 

customer stories

I forgot to include that I’m a storyteller 🙂

[ENG] I do love the Duet Theme. No demagoguery. E now my experience with my blog’s theme can be readen in the customer stories session on The Theme Foundry blog.
[POR] Eu adoro o tema Duet. Sem demagogia. E agora a minha experiência com o tema do meu blog pode ser lida na sessão customer stories no blog do The Theme Foundry.

 

what every fashionista should know about the fast fashion system?

If you don’t know yet, take a look on FASHION GLOBAL

[ENG] Have a read about the origin of our exacerbated consumerism, why the fast fashion is a system that kills the originality, where designers are sending their designs to get made as cheap as possible and, after all, why we keep loving it all. Right here.
[POR] Tenha uma leitura sobre a origem do nosso consumismo exacerbado, por que o fast fashion é um sistema que mata a originalidade, para onde os designers estão enviando seus projetos para se fez o mais barato possível e, apesar de tudo, por que continuamos amando tudo isso. Clique aqui.

 

vintage magazine

Issue number 9 and a surprise!

[ENG] Vintage Marketing e Eventos is an agency of Chapadão do Sul, a municipality located in the Brazilian state of Mato Grosso do Sul. It is idealized, including, by Marcella Zoccoli. What’s the surprise? I got a column in the magazine of the agency on this issue. Take your glasses, don’t forget the water, relax and have a good read (clique here). Ahhh, should I say it is in portuguese? :/
[POR] Vintage Marketing e Eventos é uma agência de Chapadão do Sul – MS idealizada, inclusive, por Marcella Zoccoli. Qual o surpresa? Ganhei uma coluna na da revista da agência nesta edição – uma edição voltada para o dia das crianças. Pegue os teus óculos, não se esqueça da água, acomode-se e tenha uma boa leitura (clique aqui).

 

Two’s company three’s a crowd!

because I have three reasons to be a happy blogger

[ENG] I proudly have received the Liebster Blog Award selected by the delicious Trina Morgan from Beautilicious. Happy! And then, the oh-so-gorgeous Chris Camille from the Closet Walk Thru nominated me to another Liebster Blog Award. Twice happy! So, I was nominated to The Shine On Award thank you my dear from ideafill.me, a blog that make me to think and travel inside my mind. See? Three amazing reasons! Thank you, thank you, thank you!
[POR] Eu orgulhosamente recebi o Prêmio Blog liebster selecionado pela deliciosa Trina Morgan de Beautilicious. Feliz! E então, a oh-tão-linda Chris Camille do Closet Walk Thru nomeou para outro Prêmio Blog liebster. Duas vezes feliz! Então, eu fui nomeada para o Shine On Award graças ideafill.me, um blog que me faz pensar e viajar dentro da minha mente. Viram? Três razões surpreendentes! Obrigada, obrigada, obrigada!

 

Beijinhos,
Cri.