[POR] Os desfiles de moda em Milão estão cada vez mais ricos em termos de influência cultural e diversidade, não digo só pelas modelos curvilínias de Elena Mirò, mas também por Stella Jean, a designer ítalo-haitiana que tem colorido as passarelas com estampas africanas e havaianas dos anos 50. É uma importante conquista dentro de uma passarela européia, considerando que não faz muito tempo li uma matéria sobre como é difícil para uma negra encontrar cosméticos específicos para a sua pele no mercado italiano. Nesta última edição, primavera/verão 2014, muitos outros estilistas também se aventuraram pelo mundo estampado e foram buscar inspiração na tribo Masai (como Aquilano.Rimondi e Emilio Pucci), em lugares tropicais como no Havai (MSGM) e Acapulco (Dsquared2), no filme Nel Continente Nero (Angelo Marani) ou nas décadas passadas. Se me permitem, destaco o brilhantismo de Roberto Cavalli. Por que? Pela capacidade de mescla! A coleção se transportou para os anos 20 e não desrespeitou em momento algum o seu DNA (e que o pelo seja sintético). Então, navegando entre estampas ou ao redor do antigo (hummm Navigating Around the Old… Around the Old… Gente, acho que vou trocar o nome do meu blog!), vale a pena conferir:


[ENGLISH – or almost this] The Milan Fashion Shows are increasingly richer in terms of cultural influence and diversity, I don’t say that because of the curvy models in Elena Mirò fashion show, but also because of Stella Jean, the Haitian-Italian designer who has colored the catwalks with African and Hawaiian prints from the 50’s. It’s an important achievement within a European catwalk, considering that not long ago I read an article about how hard it’s to find specific cosmetics to the black skin in the Italian market. In this latest edition, spring/summer 2014, many other designers also ventured into the printed world, taking their inspiration from the Masai tribe (as Aquilano.Rimondi and Emilio Pucci), in tropical places like Hawaii (MSGM) and Acapulco (Dsquared2), in the movie Nel Continente Nero (Angelo Marani) or in the past decades. If I may, I highlight the brilliance of Roberto Cavalli. Why? Because the ability to mix: the collection was transported to the 20’s without losing its DNA. So navigating between prints or around the old (hmmm Navigating Around the Old… Around the Old… Folks, I think I’ll change my blog’s name!), worth checking out:

stella jean roccobarocco roberto cavalli msgm missoni mila schön malìparmi luisa beccaria laura biagiotti gucci
gianfranco ferré gaetano navarra genny  fausto puglisi etro  erika cavallini emilio pucci dsquared2 dolce & gabbana
daliene carlotta  byblos blumarine blugirl aquilano.rimondi antonio marras angelo marani alberta ferretti

Um grande beijo,
Cri.