Noutro dia eu estava ‘pensando’…

Les Cinqs Doigts – Igor Stravinsky

…  a-haaa assustei vocês (“Como assim? Ela pensa?”)! kkkk Não, o mundo não vai acabar porque, na verdade mesmo, eu estava ‘relembrando’ um pouco da Cristiane que fui. Sim, eu era diferente! Eu era focada na carreira, nos estudos e só. Simples assim! Eu até tive namorado neste época, mas confesso que não me dedicava a ele (sic!). Classifico essa minha fase, que tomou grande parte da minha vida, como a fase robô. Daí, então, me apaixonei e o meu mundo ficou mais colorido. Os meus olhinhos brilharam mais. Cantava e dançava sozinha (sempre fiz isso, mas passei a fazer mais). Descobri o romantismo dentro de mim. Mas ao mesmo tempo descobri que eu era de carne e o meu coração podia sangrar. Quebrei a cara muitas vezes. Fiquei desesperada. Quis voltar no tempo. Quis avançar no tempo. Quis que a dor parasse de doer. E por que estou falando isso quando na verdade se trata de um post sobre Coco Chanel? Porque realizei que, no fundo, ela era uma mulher em busca do amor, mas que nessa jornada ela encontrou a si mesma. Ela teve alguns amantes, algumas decepções, mas nada que a fizesse perder a sua determinação, o seu objetivo. E é aí que eu chego no cerne da questão: a individuação na vida de Coco Chanel foi algo brilhante! Vejam se concordam comigo.

Desde o útero, recebemos influência da sociedade através de nossos pais. Quando nascemos, ainda não somos indivíduos marcados pela própria característica pessoal. Mas é a partir desse estado infantil de identificação que evoluimos para um estado de maior diferenciação, ampliando a consciência. Isso que é individuação para o  psicólogo Carl Gustav Jung! É o tornar-se o que se é! Vamos nos individuando quando cada vez mais a medida que nossos valores e condutas se coincidem menos com aqueles valores e condutas que a sociedade prega. Não estou dizendo para todos saírem por ai roubando e matando em prol de se individuarem! kkk Até mesmo porque individuação não consiste nisto, mas sim no processo que o individuo percorre até chegar ao ponto de se orientar pela sua própria personalidade individual! E é aí que entra a minha admiração por Mademoiselle Chanel que, apesar de sua infância e juventude difíceis, apesar das vezes que o seu coração sofreu, nunca deixou de reagir e se tornou esse mito, esse ser único que, apesar dos defeitos, era regrada pelos valores de sua nobre criatividade. Isso é um grande estímulo para mim!

Então, se numa simples busca pelo amor, você encontrar a dor, que isso não seja motivo que te impeça de seguir em frente com a cabeça erguida e com toda a criatividade para espalhar sequin mundo afora. Evolua!

 Power Ranger Evolution cor pretinho Chanel... MORFAR!

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Beijinhos, °ღ•ѕσяяιη∂σ ѕємρяє°ღ.

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